domingo, 3 de outubro de 2010

“Economizar amor é avareza.
Coisa de quem funciona na freqüência da escassez.
De quem tem medo de gastar sentimento e lhe faltar depois.
É terrível viver contando moedinhas de afeto. Há amor suficiente.
Há amor para todo mundo. Há amor para quem quer se conectar com ele.
Não perdemos quando damos: ganhamos junto!!
Quanto mais a gente faz o amor circular, mas amor a gente tem.
Não é lorota!!         
Basta sentir nas interações do dia-a-dia, esse nosso caderno de exercícios”


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